
Como saber se um homem perdeu o respeito por você.
Existe uma perda que acontece devagar, quase imperceptivelmente, e que muitas mulheres só nomeiam quando já está avançada demais. Não é o amor que vai embora primeiro. É o respeito.
Me chamo Andréa Lich. Sou esposa, mãe de dois filhos e, principalmente, a própria transformação do que ensino na Formação.
Sou terapeuta, mentora, coach, hipnóloga, psicanalista, programadora neurolinguística, empresária, designer de interiores e graduanda em psicologia.
Ao longo de toda a minha vida, ajudei mulheres a abrirem os olhos e enxergarem o mundo como ele realmente é sem serem ludibriadas pela própria imaginação ou pelos próprios sentimentos.
Demorei 8 anos para estruturar e tirar a FAF do papel. Não porque seja simples, mas porque me recusei a entregar algo que não fosse completo, real e transformador.
Eu faço e vivo aquilo que ensino todos os dias, na linha de frente, atendendo e formando mulheres das mais diversas personalidades, idades e histórias de vida. Meu único objetivo é te libertar e te dar a formação necessária para que você tenha confiança de ser você mesma.
A receptividade é uma das características mais profundas da alma feminina.
A mulher possui uma capacidade singular de acolher o outro em sua totalidade — não apenas suas ideias ou realizações, mas sua pessoa.
Essa abertura interior não é passividade, mas uma força ativa de atenção e presença que permite receber a vida, o amor e o ser em sua plenitude.
A generosidade brota naturalmente de uma alma que se esquece de si mesma para dedicar-se ao outro.
Não se trata de um gesto esporádico, mas de uma disposição interior permanente de doação.
A mulher autêntica, segundo ela, encontra sua realização não no acúmulo, mas no transbordamento — no dar-se que, longe de empobrecê-la, a faz crescer em humanidade e espiritualidade.
A dignidade humana tem raiz ontológica e espiritual: todo ser humano é imagem de Deus (imago Dei) e, portanto, portador de um valor absoluto e inviolável.
A dignidade da mulher não depende de funções sociais ou reconhecimentos externos, mas de sua própria essência como pessoa — chamada à verdade, à bondade e ao amor eterno.
A maternidade de forma ampliada, que ultrapassa a dimensão biológica.
Toda mulher carrega em si uma vocação materna: a capacidade de gerar, nutrir, proteger e conduzir o outro ao seu pleno desenvolvimento.
Seja na família, na educação ou na vida consagrada, essa maternidade espiritual é expressão do amor mais alto — aquele que cuida do outro sem o possuir, e o acompanha em direção ao infinito.

Existe uma perda que acontece devagar, quase imperceptivelmente, e que muitas mulheres só nomeiam quando já está avançada demais. Não é o amor que vai embora primeiro. É o respeito.

Existe uma pergunta que poucas mulheres fazem em voz alta, mas que muitas carregam em silêncio: Se eu for feminina de verdade, serei levada a sério? Essa dúvida não aparece

Você já se sentiu perdida? Com a sensação de que está vivendo uma vida que não é totalmente sua, que está cumprindo um roteiro que alguém escreveu por você, que